As minhas mãos, cujos dedos tremem insistentemente, anseiam por mar: ondas e, logo, areia. Areia essa que há de perpassar por entre os meus dedos. Vaza ao chão, a beira-mar, e retorna ao repouso, mas, daqui a alguns segundos, dançará com seu par, a água!
O coqueiro selvagem acompanha a música do vento que, cada vez mais, acelera o ritmo da natureza. E o Sol... Ele ameniza e aquece o ar, junta-se com o vento e faz com que seja bom respirar!
Não, meus dedos não tremem mais. Agora, estou calma, tranquilíssima, debaixo dessas folhas verdes. Não quero pensar, pois isso me aflige, desespera-me!
Pensar, ó essa capacidade que me difere dos outros animais... É o que mais me prende no meu eu-humana, que sofre e que se debate a todo tempo com os próprios pensamentos: memórias...
Pensar, ó essa capacidade que me difere dos outros animais... É o que mais me prende no meu eu-humana, que sofre e que se debate a todo tempo com os próprios pensamentos: memórias...

Que mara, você faz com que eu me sinta como se estivesse na praia ... adoooro sz'
ResponderExcluirIsso me faz bater uma saudade do mar hehe' *-*
ResponderExcluirSaudades do mar mesmo, cara amiga!
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